domingo, 1 de junho de 2008
domingo, 25 de maio de 2008
Hoje me ocorreu um pensamento, um sentimento e um questionamento. Eu tenho me sentindo um pouco desanimada, mas acho que todos temos ou passamos por momentos assim em nossas vidas. Me questionei se foi o curso que mudou tanto desde o início até hoje, ou se eu estou mudando, ou estou realmente num momento ruim. Todos os dias procuro aplicar aquilo que aprendo neste curso, com os meus alunos. Mas quando falo em aplicar o que aprendo, não falo apenas em aprendizado conteudista. N a verdade este aprendizado é muito fácil. O que é difícil é passar o aprendizado que é o saber e fazer o nosso aluno sentir realmente o sabor deste aprendizado. Que aliás é o tema da vídeo que devemos olhar. Eu já vi o vídeo e concordei plenamente com o tema. Não basta aprender, apenas por aprender. Com certeza este aprendizado com o tempo é esquecido. Mas aquele aprendizado que se tem prazer, nunca mais se esquece. E neste momento estou um pouco confusa. Sempre ouvi dizer que no PEAD devemos ter e sentir como se fosse um curso presencial. E que pelo fato de ser virtual devemos compartilhar com todos, nossas alegrias, nossas angústias para que tenhamos ajuda e não nos sintamos sós. Pois bem sinto saudades do diário de bordo, onde podíamos ser ouvidos sem críticas. Recebíamos uma resposta ten tando ajudar-nos. Agora com a história do e-mail, ficamos lendo assuntos de todos, que por mais que argumentem eu não concordo muito, pois temos que ler todos os e-mails, mesmo que constem o assunto e só nos aumenta o trabalho e acaba nos in fluenciando e dependendo de com o estamos no momento, ao invés de ajudar só alimenta as coisas n egativas. E foi o que aconteceu comigo, eu tenho a mania de me doer pelos problemas dos outros, e sou muito impulsiva ao falar por muitas vezes. Depois é que reflito sobre o que aconteceu. Mas hoje me sinto muito chateada por ouvir me dizerem que mandei um e-mail malcriado. Daí fico pensando se não podemos mais expressar nossos sentimentos seja de que forma for vai ficar mais difícil do que já está. Tenho saudades do diário de bordo, repito e peço desculpas se tenho falado de maneira a ofender q2ualquer tutor, professor ou colega. E podem ter a certeza de que da minha boca ninguém mais vai ouvir nenhuma reclamação, farei tudo o que puder, na hora que puder e em silêncio. Tenho uma profissão que amo e respeito, amo esse curso, mas tenho uma família a quem amo mais ainda, sem eles talvez nem poderia estar aqui. E não vou mais colocá-los em segundo plano como tenho feito nestes últimos meses da minha vida, ou melhor, desde que entrei no PEAD. E mais uma vez repito, temos que ter muito cuidado quando repreendemos algum aluno. A sua sensibilidade pode estar muito forte e com uma simples palavra ou frase, podemos desmotivá-lo. E por favor não vamos confundir não gostar de receber críticas, com as críticas não ajudarem a nos acalmar no momento em que mais precisamos. Bem como aqui agora é o lugar de colocarmos nossos aprendizados, esse com certeza foi mais um aprendizado que adquiri neste percurso desde o in ício do PEAD. Desculpem todos se não m e fiz entender com as minhas palavras de desespero, colocando inclusive letras garrafais, mas o tamanho da letra apensar de ser enorme, naquele momento, ainda assim não se comparavam com a minha angústia. Mas como disse, oi o momento. Portanto venho inclusive reivindicar alguns critérios que usávamos há algum tempo dentro do Rooda. É muito cedo ainda para dizer que estou plenamente preparada para o virtual e com certeza cometerei muitos erros ainda.
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Vale a pena? Até que ponto!
Acho que mais uma vez está na hora dos professores reverem o curso. Curso à distância tem características que deverão ser repensadas e até respeitadas. E não importa se é uma UFRGS, ou uma ULBRA, ou UNISINOS, ou sei lá tantas outras que já se engajaram nesta modernidade. E não acho que por ser uma universidade federal, temos que ser diferentes. Pois já ouvi neste curso dizerem que é de graça, do que reclamamos!!Mas de nada vale terminar um curso se terminarmos doentes, sem família, sem vida. Pois estudar não é tudo na vida. Aliás, nada é válido na vida se não tiver equilíbrio e estamos neste momento sem o equilíbrio necessário para continuarmos. Acho que para alguns, o trauma destas interdisciplinas quando crianças, certamente continuarão. E ai?!?! Mas como tudo é um aprendizado, pelo menos para alguns, um que eu já tinha e continuo cada vez mais acreditando nessa teoria, que de nada adianta derramar conteúdos por cima dos alunos, mas sim fazê-los entender com muita propriedade o que lhes foi transmitido. O pouco e a simplicidade marcam muito mais do que o exagero. E como já falei, a nossa realidade é diferente sim a dos professores da UFRGS. A de muito poucos pelo que sei é uma realidade fácil, a da maioria é uma realidade com muitos percalços, escolas com problemas e na vida pessoal também não é fácil. Claro que isso de nada im porta para os professores, mas influencia no aproveitamento de algumas interdisciplinas. Neste momento se pudesse chorar, eu choraria. M as estou tão cansada que estou sem forças até pra isto. Tchau colegas.
sábado, 17 de maio de 2008
Desabafo

domingo, 27 de abril de 2008
Ciências em Brasília-DF
domingo, 20 de abril de 2008
Temos que desejar realmente mudar.

sábado, 19 de abril de 2008
A simplicidade pode fazer a diferença
domingo, 13 de abril de 2008
Imagens que evidenciam os trabalhos dos meus alunos





