2010 ! Estamos chegando ao final!

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domingo, 1 de junho de 2008

Olá pessoal, oi professores. Esta semana dei uma pausa. Estive doente. Não pude terminar nada, nem rever. Vou recomeçar na segunda feira com tudo. Espero que os professores entendam, porque além de tudo meu computador está com vários vírus, não consigo entrar rapidamente com o sempre co seguia. Só na segunda feira é que poderei chamar um técnico. Quando bate a uruca, é triste.

domingo, 25 de maio de 2008





Hoje me ocorreu um pensamento, um sentimento e um questionamento. Eu tenho me sentindo um pouco desanimada, mas acho que todos temos ou passamos por momentos assim em nossas vidas. Me questionei se foi o curso que mudou tanto desde o início até hoje, ou se eu estou mudando, ou estou realmente num momento ruim. Todos os dias procuro aplicar aquilo que aprendo neste curso, com os meus alunos. Mas quando falo em aplicar o que aprendo, não falo apenas em aprendizado conteudista. N a verdade este aprendizado é muito fácil. O que é difícil é passar o aprendizado que é o saber e fazer o nosso aluno sentir realmente o sabor deste aprendizado. Que aliás é o tema da vídeo que devemos olhar. Eu já vi o vídeo e concordei plenamente com o tema. Não basta aprender, apenas por aprender. Com certeza este aprendizado com o tempo é esquecido. Mas aquele aprendizado que se tem prazer, nunca mais se esquece. E neste momento estou um pouco confusa. Sempre ouvi dizer que no PEAD devemos ter e sentir como se fosse um curso presencial. E que pelo fato de ser virtual devemos compartilhar com todos, nossas alegrias, nossas angústias para que tenhamos ajuda e não nos sintamos sós. Pois bem sinto saudades do diário de bordo, onde podíamos ser ouvidos sem críticas. Recebíamos uma resposta ten tando ajudar-nos. Agora com a história do e-mail, ficamos lendo assuntos de todos, que por mais que argumentem eu não concordo muito, pois temos que ler todos os e-mails, mesmo que constem o assunto e só nos aumenta o trabalho e acaba nos in fluenciando e dependendo de com o estamos no momento, ao invés de ajudar só alimenta as coisas n egativas. E foi o que aconteceu comigo, eu tenho a mania de me doer pelos problemas dos outros, e sou muito impulsiva ao falar por muitas vezes. Depois é que reflito sobre o que aconteceu. Mas hoje me sinto muito chateada por ouvir me dizerem que mandei um e-mail malcriado. Daí fico pensando se não podemos mais expressar nossos sentimentos seja de que forma for vai ficar mais difícil do que já está. Tenho saudades do diário de bordo, repito e peço desculpas se tenho falado de maneira a ofender q2ualquer tutor, professor ou colega. E podem ter a certeza de que da minha boca ninguém mais vai ouvir nenhuma reclamação, farei tudo o que puder, na hora que puder e em silêncio. Tenho uma profissão que amo e respeito, amo esse curso, mas tenho uma família a quem amo mais ainda, sem eles talvez nem poderia estar aqui. E não vou mais colocá-los em segundo plano como tenho feito nestes últimos meses da minha vida, ou melhor, desde que entrei no PEAD. E mais uma vez repito, temos que ter muito cuidado quando repreendemos algum aluno. A sua sensibilidade pode estar muito forte e com uma simples palavra ou frase, podemos desmotivá-lo. E por favor não vamos confundir não gostar de receber críticas, com as críticas não ajudarem a nos acalmar no momento em que mais precisamos. Bem como aqui agora é o lugar de colocarmos nossos aprendizados, esse com certeza foi mais um aprendizado que adquiri neste percurso desde o in ício do PEAD. Desculpem todos se não m e fiz entender com as minhas palavras de desespero, colocando inclusive letras garrafais, mas o tamanho da letra apensar de ser enorme, naquele momento, ainda assim não se comparavam com a minha angústia. Mas como disse, oi o momento. Portanto venho inclusive reivindicar alguns critérios que usávamos há algum tempo dentro do Rooda. É muito cedo ainda para dizer que estou plenamente preparada para o virtual e com certeza cometerei muitos erros ainda.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Vale a pena? Até que ponto!

Preciso dizer uma coisa. Já pensei até em desistir, e o pior é que fiquei chateada ao conversar com umas pessoas do meio e descobri que circula por aí que o nosso curso não é tão bom quanto todo mundo pensava. Porque é claro que todos que estão a nossa volta, digo, pessoas do convívio se apavoram tentam ajudar, até mesmo colegas de outros cursos a distância. É como disseste: Tudo muito a toque de caixa. E acho que os professores já devem ter percebido, de como eu era e de como estou. Estou insatisfeita neste semestre, angustiada, o que era prazer virou tortura. Desgastante, sempre a mesma coisa. Leia e faça atividades. Pelo amor de Deus, as atividades que eu fizer são as que eu já sei. Não entendo muito bem essa técnica. Com sinceridade, ainda não teve nada nesse semestre que eu diga assim : isso modificou realmente algo dentro da minha sala de aula. Acho que aprendizado é aquele que fica e que percebemos mais tarde. Como acontece comigo quando lembro de situações na música, na arte, porque só depois que passa é que podemos verificar se aquilo foi verdadeiro, dentro da nossa realidade ou não. Isso é aprendizado para mim. E não ter que correr com leituras e atividades das quais tenho que aplicar com os alunos ou com vizinhos, família... Gente isso não é real!! E por mais que consigam os realizar não é verdadeiro. E é isso que os professores desejam de nós?
Acho que mais uma vez está na hora dos professores reverem o curso. Curso à distância tem características que deverão ser repensadas e até respeitadas. E não importa se é uma UFRGS, ou uma ULBRA, ou UNISINOS, ou sei lá tantas outras que já se engajaram nesta modernidade. E não acho que por ser uma universidade federal, temos que ser diferentes. Pois já ouvi neste curso dizerem que é de graça, do que reclamamos!!Mas de nada vale terminar um curso se terminarmos doentes, sem família, sem vida. Pois estudar não é tudo na vida. Aliás, nada é válido na vida se não tiver equilíbrio e estamos neste momento sem o equilíbrio necessário para continuarmos. Acho que para alguns, o trauma destas interdisciplinas quando crianças, certamente continuarão. E ai?!?! Mas como tudo é um aprendizado, pelo menos para alguns, um que eu já tinha e continuo cada vez mais acreditando nessa teoria, que de nada adianta derramar conteúdos por cima dos alunos, mas sim fazê-los entender com muita propriedade o que lhes foi transmitido. O pouco e a simplicidade marcam muito mais do que o exagero. E como já falei, a nossa realidade é diferente sim a dos professores da UFRGS. A de muito poucos pelo que sei é uma realidade fácil, a da maioria é uma realidade com muitos percalços, escolas com problemas e na vida pessoal também não é fácil. Claro que isso de nada im porta para os professores, mas influencia no aproveitamento de algumas interdisciplinas. Neste momento se pudesse chorar, eu choraria. M as estou tão cansada que estou sem forças até pra isto. Tchau colegas.

sábado, 17 de maio de 2008

Desabafo



Sempre tem a primeira vez para tudo nesta vida, e pela primeira vez estou com muitas atividades acumuladas, E é tão difícil eu aceitar essa situação para mim que não gosto de atrasar nada. Mas sin ceramente desta vez acredito que está muito complicado. E estou aqui me solidarizando com todas as colegas que estão desesperadas. Sempre discordei de trabalhos muito corridos. E como disse a colega Rita, entre tantas outras, ultimamente sinto desânimo ao acessar o computador. Espero que nesta última aula do Seminário Integrador, que aliás cheguei muito mal e que como sempre a equipe desta in terdisciplina me fez entrar no clima maravilhoso que só ela consegue fazer, o professor Silvestre tenha conseguido medir o tamanho das dificuldades pelas quais nós aqui do pólo estamos encontrando e consiga transmitir aos professores das outras interdisciplinas. E que eles repensem, pois não estão dando aulas para jovens que fazem a faculdade e não têm muitas vezes outras atividades, ou até porque são realmente mais jovens. Não digo isto como se todos que ali estão não sejam jovens, mas a maioria é sim mais madura, com maiores responsabilidades e que já vêm com muitos problemas e por mais que esse curso seja muito bom será que continuará proveitoso? Será que conseguiremos chegar até o fim? Espero que sim .

domingo, 27 de abril de 2008

Ciências em Brasília-DF

Deixo aqui registrado, que minha escola foi agraciada com a escolha do melhor trabalho de ciências, mostrado na "Mostra de trabalhos escolares" do município de Cachoeirinha, realizado em 2007. Esse trabalho, que fora feito pelo professor de ciências e seus alunos de oitava série, representou o nosso município numa mostra de trabalhos em Brasília-DF, na semana próxima passada. Fiquei muito orgulhosa de tal feito. Foi feito relatos de trabalhos incríveis voltados para a ciência lá expostos. Segundo ele, haviam trabalhos de Literatura, também de uma escola do nosso município. E foi bem curioso quando uma das colegas que participavam da conversa, perguntou que realação há entre a Literatura e ciências? Rimos, nos olhamos com pontos de in terrogação e a resposta veio da forma mais simples possível:"tudo nesta vida é ciência, porque tudo se cria, tudo se transforma..." Uma resposta, aliás, já ouvida neste curso do PEAD.

domingo, 20 de abril de 2008

Temos que desejar realmente mudar.



Um dos meus objetivos no plano de estudos é o de aprender com meus próprios erros. E estou muito feliz, pois acredito que o mesmo já está sendo alcançado. Pois eu havia perdido umas atividades e sozinha, com muita paciência fui bisbilhotando, usando as ferramentas que essa máquina oferece e encontrei. Claro que se eu tivesse perguntado aos tutores, e o faria sim se não tivesse resolvido meu problema, eu teria resolvido meu problema bem antes, mas com certeza não esquecerei mais deste aprendizado. Também aprendi sozinha outras coisas hoje. Foi muito bom . E como eu sempre digo aos meus alunos, aquilo que se aprende por conta própria, por necessidade, jamais esqueceremos. E esta aprendizagem se aplica a todas as áres de nossa vida.

sábado, 19 de abril de 2008

A simplicidade pode fazer a diferença

As minhas evidências nesta semana, foram sobre a prova de como aprendemos com os alunos. Eu sempre pedia que colassem alguma folha extra no caderno dobradinha de acordo com o espaço. Aprendi nesta semana a colar diferente e com um aluno. Não tenho vergonha de dizer que nunca havia pensado em colar da forma como ele cola e me mostrou. E confesso que é genial! Alguns dev em estar pensando: "Nossa, ela é doida!". Mas acreditem são essas pequenas coisas que fazem a diferença na nossa vida. Principalmente porque para os nossos alunos é como se fôssemos um ser de outro mundo e que sabemos tudo e eles nada. Foi um aprendizado muito simples, mas que fez a diferença para mim. E com certeza nós educadores também podemos fazer a diferença com coisas simples e pequenas.

domingo, 13 de abril de 2008

Imagens que evidenciam os trabalhos dos meus alunos







Aqui estão apenas algumas das imagens do trabalho realizado com os meus alunos. Ficou muito evidente como as palavras já conhecidas são logo caracterizadas pelos desenhos idênticos, com algumas variações. E as palavras mais desconhecidas para nós fica difícil desenhar. Porque não estão criadas na nossa mente. Foi muito legal, essa atividade. Eu lembro de uma outra parecida que já realizara com eles. os desenhos partem de um início de desenho. É incrível também. Pessoal vale a pena tentar realizar.

domingo, 6 de abril de 2008

Trabalho de desenhos realizado com os alunos

Realizei o trabalho na sexta-feira próxima passada com meus alunos, sobre desenhar o que a palavra lhe sugestionasse, e fiquei surpresa com algumas respostas. A princípio pensei em modificar as palavras por achar que não saberiam exatamente o que desenhar, por acharem difícil ou não conhecê-la. Porém logo pensei o contrário e decidi trocar apenas algumas, mas não por esse motivo. Mas por achar um pouco mais interessante as outras de acordo com a idade deles. E deixei, inclusive a palavra Elétron . Incrível! Mas essa não foi a palavra mais difícil! A palavra mais difícil foi "brinquedo"-que fora uma das que eu coloquei na brincadeira. E a mais fácil? Foi "rio". Eu não terminei o trabalho. E assim que tiver escaneado alguns deles e depois de olhar os resultados com mais propriedade trarei para todos os resultados. Mas posso dize que foi uma experiência gostosa e que eles adoraram realizar. Aguardem...

quarta-feira, 26 de março de 2008

Aula presencial de Ciências

Bem vamos lá novamente. Não se assustem por começar o comentário assim. Mas tinha escrito um texto muito legal, com palavras e idéias que vinham surgindo sobre a aula e simplesmente quando fui salvar perdi tudo. Mas quero dizer que a primeira aula com o professor Edson foi muito interessante. A sua simpatia, a sua simplicidade nos cativaram a todos do grupo, tenho certeza. Quanto ao trabalho realizado conosco, por ele, no qual deveríamos desenhar de acordo com o significado que as palavras ali tivessem para nós foi muito legal. Pudemos verificar o quão inconscientemente desenhamos as mesmas figuras por anos a fio sem que percebamos. E por termos isso tão arraigados dentro de nós, talvez até cometamos o pecado como docentes, por achar que um aluno não correspondeu aos nossos objetivos. Por não achar que suas respostas não estão de acordo com nossos padrões. Todos com certeza, mesmo que venhamos observando para não cometermos esse pecado, pois o mundo gira e as metodologias com ele, após a aula de ontem, tomaremos mais cuidado ainda ao avaliarmos as atividades realizadas pelos nossos pequenos que dependem tanto de nós.
Eu ainda com certeza aplicarei essa atividade com minha turma. Eu apliquei uma parecida, na mesma linha de objetivo, porém ao in vés de colocar a palavra, coloca-se um início de uma forma geométrica e dalí em diante o aluno continua a desenhar o que lhe vem à mente. É interessante como alguns desenhos estão arraigados nos nossos pensamentos que mesmo partindo de um simples pedacinho de linha, dependendo como foi colocado há desenhos que são os mesmos, como se não pudessem pensar em outro! Como aconteceu conosco nos grupos ontem. Em contra-partida, há alguns tão diferentes, que quando perguntamos ou olhamos, ficamos a pensar como aquele aluno pensou nisto e eu não! E eu já trabalhei em três disciplinas com essa atividade, e propondo objetivos diferentes. Espero realmente e tenho quase certeza de que aprenderemos muito neste semestre que nos apresenta três interdisciplinas que apenas para poucos não são tratadas como bicho-papão.
E aos tutores e professores desejos boas-vindas.